quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Babilac vem aew...!

Bom pessoal, pra min babilac, é gastar saliva, conversar, trocar idéias, pesquizei no google e no aurélio online e não tem nada publicado com esta palavra que é praticamente uma gíria(

Gíria

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Gíria é um fenômeno de linguagem especial usado em uma classe ou até em uma profissão, para indicar outras palavras formais da língua com o objetivo de fazer um segredo, um ato cômico ou criar um grupo com seu próprio dialeto.
É empregada por jovens e adultos de diferentes classes sociais, e observa-se que seu uso cresce entre os meios de comunicação de massa. Porém, o uso contínuo de gírias em nosso dia a dia, passando muitas vezes despercebido, faz com que esqueçamos de como nos portar em entrevistas de emprego, estágios e afins.)
Então sendo assim, vou por este canal, comentar, publicar divulgar vários assuntos, expondo meu ponto de vista, na intenção de esclareçer orientar, divulgar, enfim, de se tornar mais uma referênçia de alerta para os meu amigos e interessados eu boas notiçias.
Babilac estará com voces sempre que tiver boas novas, blz
conto com a presença de voces, nos comentários, sinalizsações e tudo mais.
um grande abraço em todos e espero que gostem.

5 comentários:

  1. Babilac era um agente especial muito querido da velha guarda na policia. Ele era também um compositor. Um amigo o apelidou de babilac significa alma de poeta. Toda vez que Babilac se identificava em suas diligencias ou efetuava uma prisão, ao mostrar a carteira pronunciava o codinome Babilac, para não revelar seu verdadeiro nome, sabendo que a maioria das diligencias eram ilegais. Os amigos achavam cômico a carteirada cada vez mais encenada com expressões teatrais de morrer de rir. Com pouco tempo a carteira de policia passou a se chamar Babilac. Toda vez que um policial se identificava para um outro, a pergunta chave era, Tá com sua Babilac aí? Se o policial não entendesse a pergunta ele não era um policial. Babilac nasceu em 1930 e faleceu em 1992, ele era meu pai!

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  2. É bom acrescentar que o chefe de Babilac era um chefe de policia gaúcho, remanescente do governo de Getúlio Vargas. Foi ele que botou o apelido de Babilac no meu pai, Ele gostava de ouvir os versos cômicos do meu pai. Um dia, ouvindo uma composição do meu pai para uma escola de samba, exclamou. Baaaa! é o Bilac! é o Olavo Bilac. Todos riram pela exclamação do Baaaa! , dai quando passavam pelo meu pai diziam baaaa...Bilac! . Ai o apelido pegou e o meu pai gostou, usando o codinome em serviço.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. A equipe de babilac era formado por Paulo Plachede, Pernanbuco, Flavio, Bacil, setembrino e Filman. O ultimo, Plachede, faleceu a cinco anos. Todos se identificavam pelo humor e o senso de justiça. A maioria dos bandidos capturados acabavam rindo do grupo. Difícil era explicar aos colegas de cela porque entravam rindo na cela! Babilac sempre fazia uma piada, que por muitas vezes virava gíria. Tudo acontecia na hora de lavrar o flagante com o delegado da jurisdição. O depoimento de Babilac era muito cômico, não se sabia se era uma delegacia ou uma radio novela com todas os personagens envolvidos.

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  5. No tempo da repressão militar, os negros eram os mais agredidos nas duras da policia e das forças armadas, nas manifestações, quando cacete comia, a policia preferia espancar os negros da multidão, na época dos bailes blacks, os negros, facilmente reconhecidos com suas calças boca de sino, eram emparedados e ordenados que apresentassem suas babilacs azulzinhas ( Apelido da carteira de trabalho, herdado de uma blitz militar em conjunto com agentes designados, quando Babilac para quebrar o gelo entre os colegas de serviço, dá ordem aos cidadões para que apresentem suas babilacs, o riso foi geral naquele dia, daí estendeu-se para as carteiras de trabalho o apelido ). Como no código, vadiagem era contravenção, a pena era substituída imediatamente por uns pescoções e pontapés na bunda nos desempregados abordados, o pior ficava para aqueles que não tinham carteiras de trabalho, essa estava ferrado. Era comum encontrar escrito nas paredes das delegacias o seguinte: " Aqui dentro, se você disser que não apanhou, esta mentindo! ".

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